Imagem e afro-baianidade: indicadores de pertencimento entre estudantes do Curso de Áudio e Vídeo do ICEIA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v9i2.15085

Palabras clave:

Afrobahianidad, Imagen, Pertenencia

Resumen

magen y Afrobahianidad cubre la construcción de conocimientos a partir de elementos indicativos de pertenencia entre los estudiantes del Curso de Audio y Video de ICEIA, investigando visualmente huellas de la forma de percibir a los afrobahianos en el espacio definido por el ambiente escolar. La idea de reflexionar sobre el otro y, de esta manera, poder identificarlo, es sustentada por las discusiones de Sodré (1988) sobre la cultura basada en la relación del hombre con su realidad y en este contexto analiza aspectos de la formación de la sociedad brasileña y sus culturas, en particular la afrobrasileña, en las que se inserta la cultura afrobahiana. En el sentido de imagen descrita por Abbagnano (1982) como un espejo que identifica algo o alguien. La percepción de cómo los estudiantes de ICEIA PAV se perciben a sí mismos y son percibidos como ciudadanos nacidos y residentes
en Salvador en la época contemporánea, inicialmente, proviene de una producción videográfica basada en el primer intento de acercarse al citado público luego de observaciones previas. Posteriormente, la imagen fotográfica actúa como mediadora en la relación con los participantes, en la búsqueda de huellas de pertenencia afrobahiana. La percepción de pertenencia entre los participantes autodeclarados afrobahianos a partir de sus discursos indicó elementos de pertenencia dentro de las categorías: imagen, cultura, memoria e identidad.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1982.

ALEGRE, Maria Sylvia Porto. Reflexões sobre iconografia etnográfica: por uma

hermenêutica visual. In: FELDMAN-BIANCO, Bela; LEITE, Míriam Lifchitz Moreira.

Desafios da Imagem. Marília: Papirus, 1998.

BONZATTO, Eduardo Antônio. Algumas cidades da África contemporânea: rituais e

experiências no bifronte tradição versus modernidade. Cordis: Revista Eletrônica De

História

Social

Da

Cidade,

n.

,

p.

https://revistas.pucsp.br/index.php/cordis/article/view/9513. Acesso em: 20 de

junho de 2024.

-14,

Página285

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Identidade e etnia. São Paulo. Editora Brasiliense, 1986.

CASTRO, Janio Roque Barros de. As questões identitárias e as especificidades

culturais da Bahia expressas na literatura e na musicalidade: um olhar geográfico.

Geotextos, v.10, n.1, p. 105-126, jul. 2014.

COLLIER JÚNIOR, John. Antropologia Visual: a fotografia como método de pesquisa.

Colecção: Antropologia e Sociologia. Pedagógica e Universitária, E.P.U, 1973.

CRAVO NETO, Mario. Fotografia Profissional: Fotografia Sutil da Arte Religiosa de

Mário Cravo Neto. (parte 3). jan, 2020. https://www.cravoneto.com.br. Acesso em:

de novembro de 2021.

DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico e outros ensaios. Tradução de Marina

Appenzeller. Campinas: Papirus,1993.

DURAND, Gilbert. O imaginário: ensaio acerca das ciências e da filosofia da

imagem. Tradução de Renée Levié. Rio de Janeiro: DIFEL, 1998.

FERREIRA, Edson Dias. Fé e Festa nos Janeiros da Bahia. 2004. Tese (Doutorado) –

Curso- Ciências Sociais, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo,

FERREIRA, Edson. Desenho Fotografia e Cultura na Era da Informática. TRINCHÃO,

Maria Gláucia Costa (org.). Coletânea Desenho e Visualidades. Salvador: EDUFBA;

Feira de Santana: UEFS, 2015, p. 39-50.

FERREIRA, Edson Dias. Desenho Conhecimento: em direção à construção de sua

epistemologia. In: PACHECO, Lílian Miranda Bastos; TRINCHÃO, Gláucia Maria

Costa. Tempo de cultura e linguagem: reflexões sobre a área do conhecimento do

desenho e algumas implicações. Salvador: EDUFBA, 2017.

GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Tradução de Fanny Wrobel. Rio de

Janeiro: Jorge Zarah, 1978.

GOMES, Nilma Lino. Educação, identidade Negra e Formação de Professores/as:

Um Olhar sobre o corpo negro e o cabelo crespo. Educação e Pesquisa, São Paulo,

v. 29, n. 1, p. 167-182, jan./jun./2003.

HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Centauro, 2004.

HALL, Stuart. Da Diáspora: e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora da UFMG,

JOLY, Martine. Introdução à análise da imagem. Tradução de Marina Appenzeller.

Campinas- SP: Papirus, 1996.

MENEZES, Ulpiano Bezerra. Fontes visuais, cultura visual, História visual. Balanço

provisório, propostas cautelares. Revista Brasileira de História, v. 23, nº 45, p. 11-36,

jul. 2003.

Página286

MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa Social: teoria, método e

criatividade. 18 ed. Petrópolis: Vozes, 1994.

MORIN, Edgar. O enigma do homem. Tradução de Fernando Castro Ferro. 2.ed. Rio

de Janeiro: Zahar, 1979.

NEGREIROS, Luis Vidal Gomes. Desenhismo. Santa Maria, Rio Grande do Sul: Editora

da UFSM, 1996.

Obras de Carybé. https://www.unifor.br/-/obras-de-hector-carybe-da-fundacao

edson-queiroz-sao-objeto-de-estudo-de-pesquisadora-da-ufrj.

PINHO, Vilma Aparecida de; SILVA, Maria Madalena Silva da. Iolanda Oliveira

:trajetória, concepções e contribuições para uma educação antirracista na

sociedade brasileira. Revista de Educação Pública, v. 31, p. 1–19, jan/dez., 2022.

POLLAK, Michael. Memória e Identidade Social. Estudos Históricos, Rio de Janeiro,

v. 5, n. 10, p. 200-212, 1992.

SODRÉ, Muniz. A verdade seduzida: por um conceito de cultura no Brasil. 2 ed.

Francisco Alves Editora S.A: Rio de Janeiro,1988.

Publicado

2024-08-31

Cómo citar

DIAS FERREIRA, Luciana. Imagem e afro-baianidade: indicadores de pertencimento entre estudantes do Curso de Áudio e Vídeo do ICEIA. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 9, n. 2, p. 273–287, 2024. DOI: 10.22481/odeere.v9i2.15085. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/16695. Acesso em: 25 may. 2026.