Memórias e espelhamentos sobre “tornar-se negra” fazendo docência no ensino superior

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v9i3.14631

Palabras clave:

Ciencia antirracista, Educación superior, Enseñanza, Mujer negra

Resumen

Este artículo presenta memorias de la experiencia docente de una joven que se hizo negra en la universidad, reconfigurando así la forma en que se posicionó en el mundo académico y en su vida personal. Los relatos se presentan en forma de carta, recurso metodológicamente creativo, según Angela Figueiredo (2015), que aproxima la narrativa a los acontecimientos en diálogo con autores negros, preferentemente. Al relatar su experiencia, la autora utiliza la idea de espejos que se construyen y se construyen a partir de las experiencias académicas. Al utilizar el "devenir negro", concepto acuñado por Neuza Santos Souza (1983), como hilo conductor de este diálogo, es posible reflexionar críticamente sobre las dificultades y borrones en la divulgación de pensadores negros en la ciencia, especialmente en las ciencias sociales aplicadas. De esta forma, este trabajo sugiere una deconstrucción de los componentes curriculares en todos los cursos de enseñanza superior para que las discusiones y los conocimientos producidos en Brasil incorporen los saberes de la intelectualidad negra del país, propiciando la transformación social.

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Publicado

2024-12-19

Cómo citar

FERREIRA, Andressa de Sousa Santos; ARAÚJO, Rosangela Janja Costa; SOUZA, Sofia Silva de. Memórias e espelhamentos sobre “tornar-se negra” fazendo docência no ensino superior. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 9, n. 3, p. 114–133, 2024. DOI: 10.22481/odeere.v9i3.14631. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/16735. Acesso em: 25 may. 2026.