Cuando la piel habla: biología, educación antirracista y reflexiones sobre la identidad
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v10i1.17299Palabras clave:
Colorismo, Educación Antirracista, Identidad Racial, Melanina, Nuevo Bachillerato BrasileñoResumen
Este artículo presenta una experiencia pedagógica realizada con 33 estudiantes de secundaria en una escuela de Paraty (RJ), dentro de la Trayectoria de Biología del Nuevo Bachillerato Brasileño. La actividad exploró la relación entre la pigmentación de la piel y las construcciones sociales de raza, integrando conceptos científicos y sociales a través de una metodología que incluyó clases teóricas, medición de los niveles de melanina, creación de autorretratos y reflexiones sobre identidad racial y colorismo. Este enfoque promovió una comprensión crítica de la raza social, la autodeclaración y la heteroidentificación, destacando la importancia de una educación antirracista. Los estudiantes lograron establecer conexiones entre los conocimientos biológicos y las dinámicas raciales en sus experiencias. Esta experiencia demuestra la relevancia de integrar las ciências biologicas y los temas sociales en la educación, representando una aplicación práctica de las directrices de la Ley brasileña Nº 10.639/2003 para una educación inclusiva y crítica.
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