Prácticas insurgentes en la educación sanitaria en un curso de Medicina: confluencias afropindóricas

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v10i1.17391

Palabras clave:

Educación Antirracista y Democrática, Educación para la Salud, Medicamento, Relaciones étnico-raciales

Resumen

El espacio académico se construye epistemológicamente a partir de estructuras coloniales que han colocado el conocimiento en espacios de silenciamiento y subalternidad del conocimiento. La experiencia en un curso de Medicina, mayoritariamente blanca y con proyectos pedagógicos que abordan cuestiones étnico-raciales como tema transversal en algunos componentes y responsabilidad de pocos docentes, me hizo una pregunta: ¿cómo crear estrategias para las insurgencias epistemológicas y metodológicas que se opongan al marco colonial de producción de conocimiento? Por lo tanto, relato una experiencia docente en el componente de Educación para la Salud de un curso de medicina. Las actividades realizadas incluyeron levantamiento de conocimientos previos, problematización del concepto de Educación en Salud, narrativas, cine, conversaciones con mujeres de oración, visitas a servicios de salud, círculos de diálogo y teatro de los oprimidos, con referencias nacionales, quilombolas, indígenas y feministas negras. Estas actividades nos llevaron a problematizar el colonialismo y acercarnos al conocimiento local. Como resultado, tuvimos la amplificación de voces sobre educación, salud, cuerpo, cuidados que son silenciadas por los discursos dominantes, trayendo referencias y discusiones que se oponen a los marcos coloniales. Es importante construir comunidades pedagógicas que alienten el sueño de una Educación Antirracista y Democrática.

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Biografía del autor/a

Maria Lidiany Tributino de Sousa, Universidade Federal da Paraíba

Mulher cearense com graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará (2006), doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual do Ceará (2018) e doutorado sanduíche em Saúde Pública - Université de Montreal (2017). É professora da UFPB do curso de Psicologia, docente do Mestrado Acadêmico em Saúde Coletiva do IMS-UFBA e do Mestrado Profissional em Saúde da População Negra e Indígena da UFRB. Tem experiência na área de Saúde Coletiva com ênfase em Saúde da Família, Saúde Mental e Saúde Indígena.

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Publicado

2025-09-03

Cómo citar

SOUSA, Maria Lidiany Tributino de. Prácticas insurgentes en la educación sanitaria en un curso de Medicina: confluencias afropindóricas. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 10, n. 1, p. 164–177, 2025. DOI: 10.22481/odeere.v10i1.17391. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/17391. Acesso em: 18 may. 2026.