Entre memorias y resistencias: usos y significados de la ancestralidad en la producción académica
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v11i1.18038Palabras clave:
Ancestralidad, Cosmovisión Indígena, Filosofía Africana, Identidad, SocializaciónResumen
El objetivo de este estudio fue identificar los usos, significados y sentidos atribuidos al término ancestralidad, en artículos revisados por pares, de las áreas de Ciencias Humanas, Ciencias Sociales Aplicadas, Lingüística, Letras y Artes, del Portal de Periódicos Capes, en los años 2003 a 2024. Por medio del Análisis de Contenido conjugado con el Análisis del Discurso, y teniendo como fundamento la teoría de la socialización, fue posible verificar interfaces entre fenómenos que involucran los procesos de construcción identitaria de colectivos humanos, las cuales contemplan prácticas de cultura, reconocimiento, pertenencia, estrategias de resistencia y relaciones de poder; evidenciando la incorporación de herencias materiales e inmateriales afro-diaspóricas y nativas como elementos estratégicos para la construcción de una resistencia histórica en Brasil. Además, se verificaron formas de relacionarse con la vida y el vivir, que involucran oralidad, espiritualidad y una estrecha relación con la naturaleza. Se concluyó presentando una propuesta de entrada para diccionarios de sociología
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