Entre memorias y resistencias: usos y significados de la ancestralidad en la producción académica

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v11i1.18038

Palabras clave:

Ancestralidad, Cosmovisión Indígena, Filosofía Africana, Identidad, Socialización

Resumen

El objetivo de este estudio fue identificar los usos, significados y sentidos atribuidos al término ancestralidad, en artículos revisados por pares, de las áreas de Ciencias Humanas, Ciencias Sociales Aplicadas, Lingüística, Letras y Artes, del Portal de Periódicos Capes, en los años 2003 a 2024. Por medio del Análisis de Contenido conjugado con el Análisis del Discurso, y teniendo como fundamento la teoría de la socialización, fue posible verificar interfaces entre fenómenos que involucran los procesos de construcción identitaria de colectivos humanos, las cuales contemplan prácticas de cultura, reconocimiento, pertenencia, estrategias de resistencia y relaciones de poder; evidenciando la incorporación de herencias materiales e inmateriales afro-diaspóricas y nativas como elementos estratégicos para la construcción de una resistencia histórica en Brasil. Además, se verificaron formas de relacionarse con la vida y el vivir, que involucran oralidad, espiritualidad y una estrecha relación con la naturaleza. Se concluyó presentando una propuesta de entrada para diccionarios de sociología

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Biografía del autor/a

Paula Alexandra Reis Bueno, Secretaria de Estado de Educação do Paraná

Doutorado e Pós-Doutorado em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FE-USP). Mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Graduada em Licenciatura em Música e Especialista em Educação Musical pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). Graduada em Licenciatura em Filosofia pela UNINTER. Atua como Formadora dos Profissionais em Estágio Probatório e Professora de Arte/Música da Secretaria de Estado da Educação do Paraná. Atuou como Professora de Metodologia do Ensino da Música, e Dança e Saúde na Pós-Graduação IBPEX e CENSUPEG. Focalizadora de Dança Circular e pesquisadora na interface "Música, Cultura, Promoção da Saúde e da Qualidade de Vida" vinculada à USP e UFPR. Atuou como Regente do Coral "Corolido", Diretora Musical e Compositora de trilhas sonoras para espetáculos teatrais da Sec. Mun. de Cultura de São José dos Pinhais. Integrou os grupos Alma Celta e Cordel de Prata. Principais temas de atuação: educação, sociologia da educação, sociologia do conhecimento, sociologia da cultura, música, educação musical, educomunicação e promoção da saúde.

Roberto Eduardo Bueno, Universidade Federal do Paraná - Setor Litoral

Pós-Doutorado, Doutor, Mestre e Especialista em Saúde Coletiva. Especialista em: Gestão de Políticas de Saúde Informadas por Evidências; Educação Ambiental; e, Práticas Integrativas Complementares. Bacharel em Odontologia. Licenciado em Biologia. Professor dos Programas de Pós-Graduação em: Políticas Públicas (4P); e, Desenvolvimento Territorial Sustentável (PPGDTS) - ambos da UFPR. Professor do Bacharelado em Saúde Coletiva do Setor Litoral da UFPR. Coordenador do Projeto de Extensão "Observatório de Saúde Coletiva do Litoral do Paraná". Pesquisador do grupo de pesquisa: Política, Avaliação e Gestão em Saúde da UFPR. Pesquisador em: Análise de Políticas Públicas; Promoção da Saúde e Desenvolvimento Territorial Sustentável; Epidemiologia Social e Estudos Ecológicos; Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e Promoção da Saúde; Saúde e Sustentabilidade.

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Publicado

2026-07-16

Cómo citar

BUENO, Paula Alexandra Reis; BUENO, Roberto Eduardo. Entre memorias y resistencias: usos y significados de la ancestralidad en la producción académica. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 11, n. 1, p. 16–34, 2026. DOI: 10.22481/odeere.v11i1.18038. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/18038. Acesso em: 21 jul. 2026.