Aplicación de la Política Nacional de Salud de los Pueblos Indígenas: retos y perspectivas en Brasil
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v11i1.18347Palabras clave:
Política de Salud, Pueblos Indígenas, Salud de Poblaciones IndígenasResumen
Este estudio analizó los principales desafíos y perspectivas para la implementación de la Política Nacional de Atención a la Salud de los Pueblos Indígenas (PNASPI) en Brasil, mediante una revisión integrativa de la literatura. Se consultaron las bases SciELO y BVS, obteniéndose 13 estudios publicados entre 2014 y 2025. El análisis identificó cuatro ejes centrales que dificultan la implementación de la política: debilidades estructurales y organizacionales del Subsistema de Atención a la Salud Indígena; insuficiencias en la formación intercultural y en la permanencia de profesionales; desarticulación político-institucional y retrocesos en la gobernanza; y tensiones entre el modelo biomédico hegemónico y las prácticas tradicionales de cuidado. Los estudios revelan desigualdades persistentes, infraestructura inadecuada, alta rotación de profesionales, fragilidades logísticas y dificultades de articulación intersectorial. Asimismo, muestran que las prácticas biomédicas frecuentemente desconsideran las cosmologías indígenas, afectando el vínculo y la resolutividad del cuidado. Se concluye que la efectividad de la PNASPI requiere fortalecimiento estructural, gobernanza estable, formación intercultural continua, participación indígena y la integración de saberes tradicionales como componentes esenciales de la atención diferenciada.
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