"Un demonio viviente capaz de sugerir los mayores desórdenes": mujeres buenas y mal hechas en pecado en el sur de la capitanía de Bahía
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v4i7.5020Resumen
Pagando por su manumisión, bautizando a sus hijos, enterrando a sus muertos. Además del arduo trabajo, todavía había espacio para el afecto, la vida sexual, los deseos y los deseos de las mujeres que viven en el sur de la capitanía. Y no faltaron las acusaciones de sodomías, brujería, seducciones, bigamias. Este texto es el fruto de un proyecto de investigación en curso que examina a las mujeres africanas en el sur de Bahía y se desarrolla en dos partes de sus vidas en el período colonial e imperial, tomándolas no solo como objetos de investigación sino dándoles el condición de ser narrado como protagonistas con el apoyo de vastas e inéditas fuentes. Este artículo decidió traerlos al período colonial. En cuanto al período mencionado, dos aspectos destacaron en las fuentes: los pecadores informados estaban relacionados con las prácticas de brujería o con su vida sexual y afectiva, en contra de lo que defendían las leyes cristianas, especialmente en los Cuadernos del Fiscal. Las fuentes utilizadas fueron los cuadernos del fiscal, las correspondencias intercambiadas entre las autoridades y un recuerdo descriptivo sobre ser mujer, ser africana y ser esclava o papel en diferentes discursos.
Palabra clave: Africano, Cuadernos del promotor, Pecados
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