CONFLICTOS ÉTNICO-RACIALES EN EL MUNDO DEL TRABAJO BAIANO: "VALIENTE, ADICTO Y PELIGROSO"

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DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v4i7.5021

Resumen

La segunda mitad del siglo XIX fue un período de agitación económica en el pueblo de São Sebastião de Maraú, para sorpresa de todos, descubrieron en las orillas del río que nombraron al pueblo varios tipos de minerales codiciados por la industria. Un grupo de brasileños se dedicó a tales exploraciones, pero tenía ese derecho arrebatado en nombre de los intereses gubernamentales, que estaban pendientes de cumplir con las ambiciones británicas, por lo que Edward Pellew Wilson logró por decreto imperial ser responsable de la extracción de tales riquezas. Años más tarde transfirió a su compatriota John Cameron Grant tal beneficio y él, a través de John Grant & Company, construyó en la granja João Branco de esa aldea una fábrica que producía ácido sulfúrico, velas, jabón, etc. Trabajado allí por el sertanejo Bernardino Moreira de Souza, un hombre sobre quien la mayor fuente de información proviene del proceso iniciado en el momento de su muerte cuando intentó matar a sus empleadores británicos.

Palabras clave: británico; Fábrica; Marau País

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Publicado

2019-06-30

Cómo citar

CASTRO, Rute Andrade. CONFLICTOS ÉTNICO-RACIALES EN EL MUNDO DEL TRABAJO BAIANO: "VALIENTE, ADICTO Y PELIGROSO". ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 4, n. 7, p. 242–256, 2019. DOI: 10.22481/odeere.v4i7.5021. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/5021. Acesso em: 5 jun. 2026.