Génesis del racismo en el proceso migratorio brasileño
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v5i10.7467Palabras clave:
Racismo, Migraciones, Epistemologías descolonizantesResumen
Situaciones históricas producen(irán) importantes marcas físicas y/o emocionales en la vida de las personas que viven(ram) en Brasil, provocando desequilibrios en toda la sociedad, con graves problemas de convivencia, especialmente en lo que respecta al racismo estructural. Con base en esto, este estudio parte de la siguiente pregunta generadora: considerando a Brasil como un país compuesto por migrantes de diferentes razas / etnias, ¿por qué prevalece el racismo? Para ello, su objetivo general es analizar la génesis del racismo basado en procesos migratorios, específicamente, discutir leyes, mitos y costumbres para entender el proceso de racismo brasileño que sea consistente con la intención de combatirlo, analizar las situaciones históricas de control de “ algunos ”sobre los“ otros ”inventariados en reuniones coloniales. Se trata de una revisión de la literatura, configurada como una investigación exploratoria. Parece que la génesis del racismo, que subyace a leyes, mitos y costumbres del pasado, continúa reproduciéndose. Por tanto, las epistemologías descolonizadoras, la educación en el sentido de inclusión, la pertenencia a representaciones y construcciones de identidades son fundamentales para acabar con el racismo estructural y brasileño.
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