Memorias de intelectuales negros y formación docente: diálogos entre brasil y mozambique
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v10i1.16893Palabras clave:
Decolonialidad, Formación de Profesores(as), Intelectuales Negros(as) y africanos(as), MemoriaResumen
El texto presenta una investigación de posdoctorado en curso desarrollada en la
Universidad Estatal del Sudoeste de Bahía, campus Jequié, y discute el proceso
formativo de intelectuales negros(as). La problemática de este trabajo busca
investigar cómo la memoria de intelectuales negros(as) del Programa de
Posgrado en Relaciones Étnicas y Contemporaneidad (PPGREC), en diálogo con
una formación docente descolonizada, ambos procesos articulados con las
historias de vida de intelectuales africanos(as) de institutos de educación superior
en Mozambique, impactan en la producción de un conocimiento académico
insurgente y emancipador. Con el fin de responder al interrogante planteado,
mediante el empleo de un método metodológico de la historia oral, la
investigación persigue fomentar la creación de una educación antirracista,
además del incremento de la producción intelectual negra comprometida con
el desarrollo de la educación y el fortalecimiento del vínculo académico entre
Brasil y Mozambique. Para fundamentar nuestra investigación, nos valemos de los
estudios de: Macedo (2013), Santos (2014), Grosfoguel (2008), Nogueira (2024),
West (1999), entre otros. Como uno de los posibles resultados, esperamos
colaborar para el fortalecimiento de las políticas públicas de acciones afirmativas
visando la equidad racial en el ámbito del acceso a la educación.
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