Lights, camera, action: the use of cinema in history teaching before and after the BNCC
DOI:
https://doi.org/10.22481/praxisedu.v22i53.19143Palabras clave:
cine, enseñanza de la historia, libros de texto, BNCC, lenguaje audiovisualResumen
Este artículo analiza la movilización del lenguaje cinematográfico en libros de texto de Historia de la Educación Secundaria utilizados en el Instituto de Educación Euclides Dantas (IEED), en Vitória da Conquista (BA), considerando dos contextos normativos distintos: el anterior y el posterior a la homologación de la Base Nacional Común Curricular (BNCC). Se examina en qué medida el cine es presentado no solo como recurso didáctico, sino como fuente y agente de la historia, así como se identifican los alcances y los límites de las mediaciones teórico-metodológicas propuestas para su lectura crítica. Metodológicamente, se realiza un análisis comparativo de las colecciones Oficina de Historia (Campos; Claro, 2013), adoptada entre 2015 y 2017, y Moderna SuperAção! Historia (Alves; Oliveira, 2024), prevista para su uso entre 2026 y 2029. Apoyado en marcos teóricos que discuten la relación entre historia, cine y representación, el estudio observa que, aunque el lenguaje audiovisual está ampliamente incorporado en los libros de texto, esta ampliación no ha estado acompañada de orientaciones sistemáticas que problematicen el lenguaje cinematográfico, los contextos de producción y las intencionalidades autorales. Se concluye que el desafío central ya no reside en la legitimación del cine en la enseñanza de la Historia, sino en la cualificación de su uso pedagógico, con el fin de promover lecturas críticas de las narrativas fílmicas y evitar su reducción a una mera ilustración del contenido histórico.
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