¡Currículo es mío! ¡hago lo que quiero!: formación de pedagoges para la enseñanza de las matemáticas
DOI:
https://doi.org/10.22481/praxisedu.v22i53.20996Palabras clave:
autoría, cartografía, creatividad, dispositivoResumen
Desde la perspectiva de las prácticas autorales e inventivas, este texto busca problematizar la contribución que las experiencias artístico-matemáticas de los futuros educadores pueden aportar a la elaboración de directrices curriculares. Con este fin, inspirados en las prácticas cartográficas de investigación, se desarrolló un taller-dispositivo que incorpora elementos artístico-matemáticos y supuestos de pensamiento analógico. Veinte estudiantes del curso de Pedagogía de una universidad privada participaron en la investigación. Las historias producidas consideran directrices curriculares que revelan procesos de pensamiento sobre la enseñanza de las matemáticas basados en: (1) la relación intuitiva y analítica, entendiendo que estas relaciones pueden ser complementarias; (2) Realidad-Análisis-Realidad, intenciones de conocer, pensar y tomar la realidad como punto de partida, con la esperanza de que las acciones docentes regresen a la realidad vivida; (3) Cíclico y espiral, entendiendo que la repetición desprovista de reflexión permite la falacia del progreso y la falta de debate profundo; (4) Rizomático, permitiendo que el proceso de enseñanza se produzca a través de una multiplicidad de caminos, logrados mediante la elección entre una gama de posibilidades. Finalmente, se destaca que el taller-dispositivo potenció la pluralización de historias y problematizó las prácticas inventivas de los procesos autorales, receptivos y creativos de producción docente.
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