Accesibilidad Libras en los museos: descripción de los términos expresados mediante signos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/redupa.v5i5.21090

Palabras clave:

accesibilidad, Libras, terminologia, espacios museísticos

Resumen

Este artículo analiza la accesibilidad en Libras en el Museo de la Gente de Sergipe (MGS), centrándose en la descripción terminológica de los términos expresados mediante signos relacionados con el patrimonio cultural de Sergipe. Se ha adoptado un enfoque cualitativo de carácter analítico-descriptivo, basado en la teoría terminológica. El corpus está compuesto por los términos en portugués y sus respectivas expresiones en Libras que designan los once espacios expositivos del museo, recopilados entre mayo de 2023 y enero de 2025. Se analizaron los parámetros fonológicos y morfológicos de los signos, así como las estrategias de construcción terminológica. Los resultados indican la coexistencia de equivalentes léxicos consolidados, composición de signos, reconceptualización visual y datilología, con tensiones entre la traducción literal y la necesidad de expansión léxica para conceptos regionales. Se concluye, en el plano lingüístico-terminológico, que un tratamiento terminológico sistematizado puede contribuir a la accesibilidad en Libras en los museos.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Jenyfer Elizabeth França, Universidade Federal de Sergipe

Licenciada em Letras-Libras pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Léxico e Terminologia da Libras (GPLET-Libras). Atua nas áreas de Libras, Terminologia e acessibilidade linguística, com ênfase na descrição terminológica.

Contribuição de autoria: Conceitualização, Metodologia, Escrita – rascunho original.     

 

Iramí Bila da Silva , Universidade Federal de Sergipe

Doutor em Letras, líder do Grupo de Pesquisa em Léxico e Terminologia da Libras (GPLET-Libras) e pesquisador do GEMADELE/UFS. Atua nas áreas de Libras, Ciências do Léxico e Humanidades Digitais, com foco em Lexicologia, Terminologia e Linguística da Libras. Professor Adjunto do Departamento de Libras da UFS.

Contribuição de autoria: Administração do projeto, Supervisão, Escrita – revisão e edição. 

Citas

ANDREIS-WITKOSKI, Silvia; FILIETAZ, Marta Rejane Proença. Educação de Surdos em debate. Curitiba, PR: Editora da Universidade Tecnológica Federal Paraná-Edutfpr, 2014.

BRASIL, Rede Artesol Artesanato do. Espaço Cultural Mamulengo de Cheiroso. 2024. Disponível em: https://redeartesol.org.br/rede/mamulengo-de-cheiroso/. Acesso em: 02 abr. 2024.

BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 25 abr. 2002. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm. Acesso em: 02 fev. 2025.

BRASIL. Lei nº 11.904, de 14 de janeiro de 2009. Institui o Estatuto de Museus e dá outras providências. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 15 jan. 2009. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11904.htm. Acesso em: 02 fev. 2025.

CAPOVILLA, Fernando Cesar; RAPHAEL, Walkiria Duarte; MAURICIO, Aline Cristina L. (org.). Novo Deit-Libras: Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (Libras) baseado em Linguística e Neurociências Cognitivas. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2015. v. 2: Sinais de I a Z. p. 2684-2701.

CHAGAS, Mário; STORINO, Cláudia. O desafio da acessibilidade nos museus. In: COHEN, Regina; DUARTE, Cristiane; BRASILEIRO, Alice (org.). Acessibilidade a Museus. Brasília, DF: Ministério da Cultura/Instituto Brasileiro de Museus, 2012. p. 1-204. (Cadernos Museológicos, v. 2).

CRESWELL, John W. Research design: qualitative, quantitative and mixed methods approaches. 4. ed. Thousand Oaks, CA: Sage, 2014.

DICIO, Dicionário Online de Português. Porto: 7Graus, 2024. Disponível em: https://www.dicio.com.br/. Acesso em: 04 mar. 2024.

FERREIRA, Lucinda. Por uma gramática de língua de sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995. 273 p.

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (IPHAN). Patrimônio Material. [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/iphan/pt-br/patrimonio-cultural/patrimonio-material. Acesso em: 19 ago. 2025.

KRIEGER, Maria da Graça; FINATTO, Maria José Bocorny. Introdução à terminologia: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2018. 310 p.

MICHAELIS. Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa. Editora: Melhoramentos Ltda. Disponível em: https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/. Acesso em 02 fev. 2024.

NAVARRO, Fred. Dicionário do Nordeste. Recife, PE: Cepe Editora, 2013. 714 p.

QUADROS, Ronice Müller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de Sinais Brasileira: Estudos Linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. 222 p.

SERGIPE. Palácio Museu Olímpio Campos. Secretaria do Estado da Cultura. Sergipanidade. 2017. Disponível em: https://www.palacioolimpiocampos.se.gov.br/site/detalhe_noticia.jsp?id=242. Acesso em: 25 out. 2017.

SILVA, Iramí Bila da. “Nada é mais igual do que duas linhas gêmeas” : conceptualização do termo equação nas videoprovas em libras do Enem (2017-2023). 2024. 159 f. Tese (Doutorado em Letras) — Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, 2024.

SILVA, Valéria Simplício da. Glossário Sergipano de Libras. Aracaju: UFS/UNIT, 2015. Desenvolvimento do Sistema: Leonardo José Nascimento Silva e Eudes Simplício Carvalho. Disponível em: https://dicionariolibras.aju.br/. Acesso em: 01 fev. 2025.

STROBEL, Karin Lilian. As imagens do outro sobre a cultura surda. 2008. Tese (Doutorado em Educação) – Centro de Ciências da Educação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2008.

Publicado

2026-11-06

Cómo citar

FRANÇA, Jenyfer Elizabeth; SILVA , Iramí Bila da. Accesibilidad Libras en los museos: descripción de los términos expresados mediante signos. Revista Educação em Páginas, [S. l.], v. 5, n. 5, p. e21090, 2026. DOI: 10.22481/redupa.v5i5.21090. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/redupa/article/view/21090. Acesso em: 6 nov. 2026.