Panorama histórico, concepciones y desacuerdos sobre el tiempo de alfabetización en Brasil

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DOI:

https://doi.org/10.22481/reed.v7i14.19784

Palabras clave:

alfabetización, documentos oficiales, habilidades de lectura y escritura

Resumen

Este artículo aborda la trayectoria histórica de la alfabetización en Brasil, los métodos, concepciones y políticas implementadas a lo largo del tiempo, y la importancia de la inseparabilidad entre alfabetización y comprensión lectora. El objetivo general es analizar las concepciones y métodos de alfabetización en Brasil y los desacuerdos sobre el tiempo asignado a la alfabetización en los documentos oficiales. Para ello, se formuló la siguiente pregunta orientadora: ¿Qué concepciones y métodos de alfabetización se han adoptado en Brasil y cómo organizan los documentos oficiales el tiempo dedicado al proceso de alfabetización? La metodología se basa en una investigación cualitativa fundamentada en los supuestos defendidos por Minayo (1997). Como instrumento de recolección de datos, se utilizó el análisis de documentos oficiales como la LDBEN (Ley Brasileña de Directrices y Bases de Educación), Ley No. 9.394/1996, el PNE (Plan Nacional de Educación, 2014/2024), el BNCC (Currículo Básico Común Nacional) para Educación Primaria, el Compromiso Nacional por un Niño Alfabetizado, Decreto No. 11.556/2023, el nuevo PNE (2026/2036), entre otros. Se concluyó que en Brasil se han utilizado diversos métodos de alfabetización a lo largo del tiempo; sin embargo, con los avances en la investigación en esta área, han surgido nuevas concepciones de alfabetización, entre las cuales destaca la teoría constructivista desarrollada por Emilia Ferreiro y Ana Teberosky. También se observó que los estudios actuales defienden la importancia de la inseparabilidad entre alfabetización y comprensión lectora, ya que no es suficiente que el estudiante domine el lenguaje escrito y sus convenciones ortográficas; Es necesario que sean capaces de utilizar la lectura y la escritura con competencia en diferentes contextos sociales y para distintos fines. El análisis de documentos oficiales reveló discrepancias respecto al tiempo dedicado a la alfabetización; sin embargo, las nuevas políticas implementadas se ajustan al principio de que los niños deben ser alfabetizados al finalizar el segundo año de primaria.

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Biografía del autor/a

Regivane dos Santos Brito, Universidade Federal de Sergipe

Doutoranda em Educação pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Membro do Grupo de Pesquisa Didática, Formação e Trabalho Docente (Difort/CNPq). Professora da Educação Básica na rede municipal de Barra dos Coqueiros – SE. 

Cláudio Pinto Nunes, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Doutor em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Professor Titular Pleno da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Docente do Programa de Pós-Graduação em Educação da  UESB  e  do  Programa  de  Pós-Graduação  em  Educação  da  Universidade  Federal  de  Sergipe  (UFS). Líder do Grupo de Pesquisa Didática, Formação e Trabalho Docente (Difort/CNPq). Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq- 1D.

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Publicado

2026-06-28

Cómo citar

BRITO, Regivane dos Santos; NUNES, Cláudio Pinto. Panorama histórico, concepciones y desacuerdos sobre el tiempo de alfabetización en Brasil. Revista de Estudos em Educação e Diversidade - REED, [S. l.], v. 7, n. 14, 2026. DOI: 10.22481/reed.v7i14.19784. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/reed/article/view/19784. Acesso em: 30 jun. 2026.

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