De la exclusión curricular a la acción liberadora: prácticas freireanas y decoloniales en la enseñanza del español post-BNCC (Base Curricular Nacional Brasileña)
DOI:
https://doi.org/10.22481/folio.v16i2.18356Palabras clave:
BNCC, Enseñanza del español, Decolonialismo, Pedagogía de la libertad, Herramienta y resultadoResumen
Este artículo analiza la exclusión del español del plan de estudios obligatorio de la Base Nacional Común Curricular (BNCC) para la enseñanza secundaria, interpretándola no como un mero ajuste técnico, sino como un síntoma de la colonialidad del saber y del poder que estructura el plan de estudios nacional. Partiendo de esta premisa, el estudio articula los supuestos de la pedagogía liberadora de Paulo Freire con la perspectiva decolonial y el concepto vygotskiano de herramienta-y-resultado para construir un marco teórico-práctico de resistencia. El objetivo central es esbozar los fundamentos de una praxis pedagógica que transforme el escenario de exclusión en un punto de partida para una enseñanza del español crítica, emancipadora y comprometida con el diálogo con América Latina, a partir de la descripción de un capítulo de un material didáctico de español para la enseñanza secundaria, aprobado en el PNLD 2026. Se concluye que la reinvención de la disciplina pasa necesariamente por una opción decolonial que cuestione las jerarquías lingüísticas y epistemológicas, reposicionando el español como una herramienta de lectura del mundo y de acción transformadora.
Descargas
Citas
Abdalla GC. Percepções dos alunos sobre uma proposta de curso de espanhol como LE: o cinema e a cultura em foco [tese]. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; 2013. 184 f.
Abdalla GC, Nogueira V, Barros E. Sí, se puede: Espanhol Ensino Médio. São Paulo: FTD; 2024. (Coleção 360°, Volume único).
Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília: MEC; 2018.
Brasil. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP nº 3, de 21 de novembro de 2018: Atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Brasília: Diário Oficial da União; 2018.
Brasil. Lei nº 11.161, de 5 de agosto de 2005: Dispõe sobre o ensino de língua espanhola [Revogada pela Lei nº 13.415/2017]. Brasília; 2005. Disponível em: https://www.planalto.gov.br.
Brasil. Ministério da Educação. Portaria nº 1.432, de 28 de dezembro de 2018: Estabelece os referenciais para elaboração dos itinerários formativos. Brasília; 2019.
Brasil. Lei nº 13.415, de 16 de fevereiro de 2017: Altera a LDB e institui a Política de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. Brasília; 2017. Disponível em: https://www.planalto.gov.br.
Brasil. Ministério da Educação. Orientações Curriculares para o Ensino Médio: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Brasília: MEC/SEB; 2006. v. 1.
Brasil. Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Edital PNLD Ensino Médio 2026-2029. Brasília: FNDE; 2025. Disponível em: https://www.gov.br/fnde.
Carvalho JJ, Flórez JF. Encuentro de saberes: proyecto para descolonizar el conocimiento universitario eurocéntrico. Nómadas (Col). 2014; (41): 131-147. Disponível em: http://redalyc.org.
Freire P. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra; 1974.
Han BC. Sociedade do cansaço. São Paulo: Vozes; 2015.
Quijano A. Colonialidad del poder, Eurocentrismo, América Latina. In: Lander E (Ed.). La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciencias sociales. Caracas: CLACSO; 2000. p. 201-245. Disponível em: https://ufrb.edu.br.
Liberali FC. Multiletramento engajado para a prática do Bem Viver. Linguagem (dis)curso. 2022; 22(1). Disponível em: https://www.scielo.br.
Newman F, Holzman L. Lev Vygotsky: Revolutionary Scientist. New York: Routledge; 1993.
Rojo R. Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. In: Rojo R, Moura E (Orgs.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial; 2012.
São Paulo (Município). Secretaria Municipal de Educação. Currículo da Cidade: Ensino Médio. São Paulo: SME/COPED; 2021.
Sawaia BB, et al. A liberdade em Espinosa como base ontoepistemológica no enfrentamento do sofrimento ético-político. Psicol. Soc. 2022; 34.
Souza J. Introdução. In: Souza J (Ed.). Ralé brasileira: Quem é e como vive. Belo Horizonte: Editora UFMG; 2009.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 fólio - revista de letras

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.