En el cuadrado de Joana: la construcción del sujeto enunciativo autoficcional en Maura Lopes Cançado
DOI:
https://doi.org/10.22481/folio.v17i1.19281Palabras clave:
Maura Lopes Cançado, Autoficción, Locura, Espacio manicomial, Memoria e identidad, Análisis del discursoResumen
Este artículo tiene como objetivo analizar la construcción del sujeto enunciativo autoficcional en el cuento "No quadrado de Joana" ("En el cuadrado de Joana"), de Maura Lopes Cançado, escritora diagnosticada con esquizofrenia y confinada en hospitales psiquiátricos, quien entrelaza, en su producción, su propia experiencia con la de su personaje. Para el análisis, se articulan la teoría de la autoficción (Figueiredo, 2013; Faedrich, 2022), la teoría enunciativa (Benveniste, 1988; 1989) y estudios antropológicos, sociológicos y filosóficos con las concepciones en torno a la locura (Goffman, 2001; 1981; Foucault, 2008), las cuestiones de género (Butler, 2003), la memoria (Candau, 2011; Assmann, 2011) y el espacio (Bachelard, 2008). Las conclusiones conducen a la identificación de un proceso enunciativo en el que los aspectos de la subjetividad en la escritura autoficcional ponen de manifiesto las tensiones propias del discurso sobre la locura.
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