Facebook and Afro-religiosity: orunkò and ‘we’ at the intersection of the networks that form us
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v3i3.1579Abstract
The reflections presented in this article were produced from the ethnocompreeses of the candomblecistas on what they think about identities, belongings and memory in cyberculture dialoguing with the Orunkò and the identities that form the Nagô people in Facebook. The digital network is used to keep family ties as strategy of connection and reconfiguration of being away, but not being alone, because we are with you. This is the feeling produced by Candomblé members who use Facebook and Whatsapp inside theYard. Relationships are redefined, using mobile devices such as cell phones and tablets with internet access, converging cultures and reinventing the tradition of Afro-Brazilian religions. From a theoretical perspective engaged and critical of the position of ethresearcher who lives the research and struggle for an epistemology of belonging, I bring my ethnocompreessions of what I understood from the struggles that constitute the black people of axé in the educational networks: Facebook and Yard, Based on the ethnography and virtual ethnography carried out in its pages on Facebook, and analysis of digital narratives: comments, images, videos and photographs, presenting questions such as Afro-Brazilian religiosity, affectivity and the epistemology of belonging.
Keywords: Cyberculture, Educational Networks, Afroreligiosity, Epistemology of Belonging
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