Violência obstétrica e práticas assistenciais: vivências e representações sociais de mulheres

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v8i2.12874

Palabras clave:

Autonomía, Violencia de género, Violencia obstétrica

Resumen

Este estudio tiene como objetivo aprehender las representaciones sociales de las mujeres sobre la violencia obstétrica. Se trata de un estudio exploratorio de carácter cualitativo basado en el aporte teórico-metodológico de la Teoría de las Representaciones Sociales. Los participantes del estudio fueron 30 mujeres. La recolección de datos se realizó a través de entrevistas semiestructuradas proporcionadas por plataformas virtuales. Para el procesamiento de datos se utilizó el software IRaMuTeQ. El corpus textual fue sometido a análisis de similitud y procesamiento de nube de palabras. A partir del estudio detallado del árbol de la similitud y de la nube de palabras, fue posible organizar los resultados a partir de tres temas y un subtema, a saber: 1 –Proceso del parto: experiencias y cuidados; 1.1 –La violencia obstétrica como violación de la condición de mujer; 2 –El dolor del parto: de las intervenciones fisiológicas a las innecesarias y; 3 –El deseo de ser respetado como persona. Las representaciones sociales de la violencia obstétrica para las participantes de este estudio se centran en los términos “parto”, “dolor” y “querer”. Las mujeres entienden que tal violencia es una acción que irrespeta la autonomía y el poder de decisión de las mujeres sobre su cuerpo.

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Publicado

2023-08-31

Cómo citar

NASCIMENTO, Elba Miranda; PALMARELLA RODRIGUES, Vanda. Violência obstétrica e práticas assistenciais: vivências e representações sociais de mulheres. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 8, n. 2, p. 41–56, 2023. DOI: 10.22481/odeere.v8i2.12874. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/16043. Acesso em: 20 may. 2026.