Biodiversidades étnicas e ancestralidades: ontologias indígenas e ética para futuros sustentáveis

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v8i3.13857

Palabras clave:

Biodiversidad Étnica, Capitalismo, Indígenas, Población Negra, Quilombolas

Resumen

En este ensayo, consideramos la biodiversidad como la multiplicidad de recursos que existen en el contexto de la vida de la naturaleza en el planeta Tierra. También implica la presencia del elemento humano y su condición étnica que es también, en el mundo globalizado, étnico-racial. La vida humana basada en la ascendencia étnica nos muestra que el camino hacia un futuro sostenible siempre ha sido liderado por las poblaciones indígenas, forestales, tradicionales y quilombolas. Estas civilizaciones humanas, indígenas, ribereñas, campesinas y forestales, negras y quilombolas aportan tecnologías milenarias capaces de salvaguardar el planeta y hacer posible la permanencia de la vida y de la especie humana en la Tierra. A pesar de eso, el argumento tecnológico y sustentable de los gestores públicos y de los empresarios capitalistas es reduccionista. En su demanda, la Agenda 2030 para la implementación de los 17 Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS) está vinculada al desarrollo económico y social. A nuestro entender, esto pretende encapsular a todos en la lógica del consumo y del intercambio económico. Valores éticos que se oponen a la existencia de los pueblos indígenas, ancestros negros y poblaciones rurales y forestales en su ontología y ética humana inalienable e insumisa.

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Citas

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Publicado

2023-12-21

Cómo citar

MARQUES, Regina Suama Ngola. Biodiversidades étnicas e ancestralidades: ontologias indígenas e ética para futuros sustentáveis. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 8, n. 3, p. 119–139, 2023. DOI: 10.22481/odeere.v8i3.13857. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/16080. Acesso em: 22 may. 2026.