Axé que Cura: Cuerpo, Comunidad y Ancestralidad en las Terapias de Terreiro como Prácticas Integrativas en el SUS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v10i1.17045

Palabras clave:

Prácticas integrativas, Religiones afrobrasileñas, Saberes tradicionales, Salud mental, Sistema Único de Salud (SUS)

Resumen

Este artículo tiene como objetivo analizar, desde una perspectiva afroreferenciada, cómo las prácticas terapéuticas de espacio ritual afrobrasileño,arraigadas en el Candomblé, contribuyen a la promoción de la salud mental y cómo pueden dialogar con las directrices de las Prácticas Integrativas y Complementarias (PICs) en el marco del Sistema Único de Salud (SUS) de Brasil. Se trata de un estudio cualitativo basado en una investigación bibliográfica que considera las prácticas de cuidado del Candomblé como la acogida comunitaria, el uso de hierbas sagradas, los rituales, los cantos y los tambores como poseedoras de un significativo potencial terapéutico, especialmente para abordar el sufrimiento psíquico de poblaciones negras y periféricas. El estudio busca identificar los elementos terapéuticos presentes en las prácticas de templo afrobrasileño que promueven el equilibrio emocional y psicológico, comprender el papel de la espiritualidad y el apoyo comunitario en el cuidado de la salud mental, y explorar las posibilidades de integrar estas prácticas en las políticas públicas de salud a través del marco de las PICs. Los resultados esperados apuntan a la valorización de los saberes ancestrales y al desarrollo de un modelo de atención en salud mental más plural, antirracista y culturalmente sensible. Se espera que este estudio contribuya al fortalecimiento de prácticas de cuidado que reconozcan las epistemologías de matriz africana como legítimas y eficaces en el campo de la salud mental.

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Biografía del autor/a

Katarine Laroche, Universidade Federal da Paraíba - Mestrado em Ciências das Religiões

Katarine de Lourdes Alves Laroche é graduada em Ciências das Religiões e mestranda em Ciências das Religiões pela Universidade Federal da Paraíba.

Contato: katarinelaroche0@gmail.com

Vitória Lopes, Universidade Federal da Paraíba

Vitória Cristina Lopes de  Araújo é graduada em Psicologia e Mestranda em Ciências das Religiões pela Universidade Federal da Paraí

Ana Paula Fernandes Rodrigues, Universidade Federal da Paraíba - Departamento de Ciências das Religiões

Professora Associada do Departamento de Ciências das Religiões da Universidade Federal da Paraíba, atuando na Graduação e Pós-Graduação desde 2018. É graduada em Nutrição pela UFPB; mestre e doutora em Psicologia Social, pelo Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social.

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Publicado

2025-09-03

Cómo citar

LAROCHE, Katarine; LOPES, Vitória; RODRIGUES, Ana Paula Fernandes. Axé que Cura: Cuerpo, Comunidad y Ancestralidad en las Terapias de Terreiro como Prácticas Integrativas en el SUS. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 10, n. 1, p. 239–255, 2025. DOI: 10.22481/odeere.v10i1.17045. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/17045. Acesso em: 9 jun. 2026.