(Re) existencia "Margarida" - mujer negra quilombola: identidad, religiosidad y el poder curativo en Chapada da Diamantina - BA
DOI:
https://doi.org/10.22481/odeere.v4i7.4902Palabras clave:
quilombola women, populations with ancestors in the African continent, popular medicine, ethnicity, racismResumen
Las mujeres quilombos sufren prejuicios por su género, su color y sus orígenes. Luchan todos los días para romper los estereotipos que se les imponen desde los tiempos de la esclavitud. El género es un fenómeno complejo, y cada vez que está vinculado a la historia de la esclavitud africana negra, surge la idea de sumisión y olvido. La narrativa de mujeres negras de quilombos constituye el conjunto de datos para este artículo. El enfoque interseccional es un recurso teórico relevante para comprender las interconexiones entre racismo, género y clase en la estructura social. Este estudio utilizó la etnografía como estrategia de investigación y entrevistas para recopilar datos. La metodología de análisis es la teoría interpretativa, en la cual el sujeto de investigación y el contexto en el que viven están en el centro de la comprensión sobre identidad, religiosidad y género en las comunidades de quilombolas.
Palabras clave: mujeres quilombolas, medicina popular, etnia, racismo
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