Calidad de vida y trabajo docente: disparidades entre las aspiraciones de los docentes y lo que realmente logran

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/redupa.v5i5.19567

Palabras clave:

calidad de vida laboral, trabajo docente, carga de trabajo, estrés, enfermedad docente

Resumen

El objetivo de esta investigación es analizar aspectos y hábitos experimentados por docentes de una escuela secundaria pública en Bahía, Brasil, en relación con la Calidad de Vida (CV) y la Calidad de Vida Laboral (CVL), así como situaciones impuestas institucionalmente en el entorno laboral que, con el fin de aumentar la productividad como reflejo del contexto neoliberal en la sociedad capitalista contemporánea, reducen la CVL. Se utilizaron datos cuantitativos para capturar aspectos de la realidad personal y profesional de los participantes y cómo estos interfieren con la CVL, incluyendo sus comportamientos y hábitos que contribuyen a este fin. El instrumento utilizado fue un cuestionario, diseñado específicamente para esta investigación mediante Google Forms, que fue respondido por 32 de los 40 docentes que trabajan en la escuela, quienes firmaron el Formulario de Consentimiento Informado. Los datos obtenidos se analizaron mediante gráficos numéricos generados por la misma herramienta, utilizando la distribución de frecuencia absoluta y relativa. Los resultados indican un esfuerzo individual por parte de la mayoría de los encuestados para mantener hábitos que repercuten en su salud y, en consecuencia, mejoran su calidad de vida, como la actividad física y una alimentación saludable. Sin embargo, en lo que respecta a la salud mental, las cifras revelan una realidad que exige atención: más de la mitad de los encuestados han sido diagnosticados con enfermedades como ansiedad, depresión y agotamiento, además de consumir o haber consumido antidepresivos y ansiolíticos. Los datos también ponen de manifiesto la dificultad que afronta este profesional para garantizar mejoras en su calidad de vida por sí mismo, lo que hace necesarias acciones institucionales y políticas públicas para reducir la carga de trabajo y, en consecuencia, el estrés y las enfermedades asociadas.

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Biografía del autor/a

Kelly Martins Rocha Braga, Universidade do Estado da Bahia

Mestranda em Educação pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Membro do grupo de pesquisa Rede Diversidade e Autonomia na Educação Pública. Docente da rede estadual de ensino do Estado da Bahia.

Contribuição de autoria: Autora.

Heldina Pereira Pinto, Universidade do Estado da Bahia

Doutora em Educação: Currículo pela Pontíficia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Professora permanente Programa de Pós-Graduação em Educação, Currículo e Formação Docente (PPGEduF) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

Contribuição de autoria: Autora.

Berta Leni Costa Cardoso, Universidade do Estado da Bahia

Doutora em Educação Física pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Pós-doutora em Educação pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Pós-doutoranda pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Docente Plena/Titular da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). Professora permanente Programa de Pós-Graduação em Educação e Formação Docente (PPGEduF/UNEB) e do Programa de Pós-graduação em Educação (PPGED/UESB). Lídeer da NEPEAF.

Contribuição de autoria: Autora.

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Publicado

2026-07-05

Cómo citar

BRAGA, Kelly Martins Rocha; PINTO, Heldina Pereira; CARDOSO, Berta Leni Costa. Calidad de vida y trabajo docente: disparidades entre las aspiraciones de los docentes y lo que realmente logran. Revista Educação em Páginas, [S. l.], v. 5, n. 5, p. e19567, 2026. DOI: 10.22481/redupa.v5i5.19567. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/redupa/article/view/19567. Acesso em: 7 jul. 2026.