Precarización del trabajo temporal y sus repercusiones en la salud y la calidad de vida del docente
DOI:
https://doi.org/10.22481/redupa.v5i5.21015Palabras clave:
trabajo docente, precarización, salud, docente temporalResumen
La precarización del trabajo docente temporal constituye un problema relevante en la educación pública, caracterizado por la inestabilidad contractual, el debilitamiento de los derechos y condiciones laborales desiguales. Este estudio tuvo como objetivo analizar las repercusiones de la precarización laboral en la salud y la calidad de vida de los docentes temporales de la red educativa municipal. Se realizó una revisión narrativa de la literatura, con enfoque cualitativo, en el Catálogo de Tesis y Disertaciones de la CAPES y en la Biblioteca Digital Brasileña de Tesis y Disertaciones (BDTD/IBICT), considerando producciones brasileñas en portugués de los últimos diez años. Tras aplicar los criterios de elegibilidad, tres estudios conformaron el análisis. Los hallazgos evidenciaron inestabilidad en los vínculos, desigualdad de derechos respecto a los docentes titulares, intensificación del trabajo, baja remuneración e inseguridad sobre la continuidad contractual, factores asociados a estrés, ansiedad, miedo, agotamiento físico y mental, síndrome de *burnout* y deterioro de la calidad de vida. La escasa producción identificada revela un vacío científico importante. Se concluye que la precarización del vínculo temporal está relacionada con el deterioro de la salud docente, lo que exige políticas de valorización profesional, protección laboral y prevención en salud.
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