ARTISTAS INDÍGENAS E SUAS LEITURAS DO MODERNISMO NO BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.22481/folio.v14i2.11400Palavras-chave:
artistas indígenas, modernismo, antropofagia, autoriaResumo
O foco deste artigo está em apresentar as principais interpretações, releituras e críticas produzidas por artistas indígenas quando convidadxs por grandes circuitos acadêmicos, culturais e artísticos no Brasil para falar sobre a presença/ausência dos indígenas no movimento modernista, maisespecificamente, para tratar do centenário da semana de arte moderna no Brasil. Para tanto, partimos das críticas feitas por esses artistas aos usos da antropofagia, à ideia de modernismo e vanguarda, para discutir os modos como suas artes, seus fazeres e experimentos apresentam outras propostas conceituais – a exemplo da ideia de Reantropofagia (BANIWA, 2019) e MaKunaimã (ESBELL, 2018) - que instauram seus lugares autorais, suas presenças, como referências urgentes às instituições que inventaram os índios e à projeção de novos imaginários sociais para ler o mundo.
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