L'expérience de l'unité de la conscience dans l'acte de la volonté: pour la réalité de l'objet de l'intentionalité
DOI :
https://doi.org/10.22481/folio.v15i2.14395Mots-clés :
Consciência, Fenomenologia, Memória, Percepção interna, SubjetividadeRésumé
O objetivo deste artigo é a avaliação qualitativa da mudança num intervalo de tempo. O tempo, como conceito chave na confluência do qual se iniciaram as observações sobre o movimento, foi problematizado de acordo com a teoria da intencionalidade da mente juntamente com a teoria da percepção interna (Brentano, 1874). Na medida do possível e para a observação objetiva, o método enquadrou o movimento do tempo no modelo aditivo dos esquemas da aritmética. Quando o contato das forças de contração manifesta uma mudança, é sempre a normalidade da consciência que é considerada em relação à mudança. A partir da atividade da consciência, assim heterogênea e direcionada aos conteúdos da experiência, um problema sobressai para a análise, a saber: a retenção da memória em seu ponto de vista quantitativo. Portanto, sendo esta retenção considerada como faculdade da inteligência humana, algumas contribuições são aqui propostas em face de uma teoria do reconhecimento já desenvolvida por Bergson (1889, 1939).
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