Ética en la investigación con niños hospitalizados para tratamiento oncológico: el derecho al juego como factor de humanización
DOI:
https://doi.org/10.22481/reed.v7i14.20304Palabras clave:
Hospitalización, Juegos y actividades lúdicas, Oncología pediátrica, ReflexividadResumen
Este artículo analiza los aspectos éticos y metodológicos de una investigación con niños hospitalizados que reciben tratamiento oncológico en la planta de pediatría de un hospital público de la ciudad de Vitória, estado de Espírito Santo, mediante la mediación pedagógica de un profesional de Educación Física. Se trata de un estudio de investigación-acción existencial con 19 niños hospitalizados, de entre 3 y 12 años, sus padres o tutores, y tres profesionales de la Unidad de Tratamiento de Alta Complexidad en Oncohematología Pediátrica del Hospital Infantil Estatal Nossa Senhora da Glória. La investigación se llevó a cabo entre noviembre de 2024 y abril de 2025, a través de 68 mediaciones pedagógicas, y los datos obtenidos se registraron en un diario de campo. El marco teórico incluye la Sociología de la Infancia, los Estudios de la Vida Cotidiana y el enfoque histórico-cultural. La investigación demuestra un enfoque ético que respeta a estos sujetos y defiende sus derechos, incluso ante las limitaciones impuestas por la cama hospitalaria. La investigación-acción existencial contribuyó a fomentar la participación de los niños mediante la escucha activa y sensible a sus expresiones. El derecho a jugar (y a no jugar) fue uno de los resultados alcanzados en las acciones llevadas a cabo en este escenario de lucha por la vida, porque la infancia no puede esperar.
Descargas
Citas
ANDRADE, L. P. Criança, brincar e câncer: uma análise dessa relação por meio da produção acadêmico-científica. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Monografia em Educação Física) - Centro de Educação Física e Desportos, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2026.
ARANTES, A. C. Q. A morte é um dia que vale a pena viver. Rio de Janeiro: Sextante, 2016.
BARBIER, R. Sobre o Imaginário. Em Aberto, Brasília, v. 14, n. 61, p. 15-23, jan./mar., 1994.
BARBIER, R. A escuta sensível na abordagem transversal. In: BARBOSA, J. (org.). Multirreferencialidade nas ciências e na educação. São Carlos: Editora da UFSCar, 1998. p. 168-99.
BARBIER, R. A pesquisa-ação. Tradução de Lucie Didio. Brasília: Plano Editora, 2004.
BENEVIDES, R.; PASSOS, E. Humanização na saúde: um novo modismo?. Interface, Botucatu, v. 17, n. 9, p. 389-406, mar./ago., 2005.
BOSA, C. Autismo: atuais interpretações para antigas observações. In: BAPTISTA, C. R.; BOSA, C. (orgs.). Autismo e educação: reflexões e propostas de intervenção. Porto Alegre: Artmed, 2002. p. 21- 40.
BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos, 1990.
BRASIL. RDC/ANVISA nº 50, de 21 de fevereiro de 2002. Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2002.
BRASIL. RDC/ANVISA nº 220, de 21 de setembro 2004. Dispõe do regulamento técnico de funcionamento para os serviços de terapia antineoplásica. Brasília: Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2004a.
BRASIL. Lei n° 11.104/2005. Dispõe sobre a obrigatoriedade de instalação de brinquedotecas nas unidades de saúde que ofereçam atendimento pediátrico em regime de internação. Brasília: Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos, 2005.
BRASIL. RDC/ANVISA nº 67, de 8 de dezembro 2007. Dispõe sobre Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e Oficinais para Uso Humano em farmácias. Brasília: Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2007.
BRASIL. Portaria MS/GM nº 1820, de 13 de agosto de 2009. Dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários da saúde. Brasília: Ministério da Saúde, Diário Oficial, 2009.
BRASIL. Portaria MS/GM nº 1130, de 5 de agosto de 2015. Institui a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília: Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Saúde, 2015.
BRASIL. Lei nº 14.308, de 8 de março de 2022. Institui a Política Nacional de Atenção à Oncologia Pediátrica. Brasília: Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos, 2022.
CARVALHO, R. S.; SANTOS, N. S. dos; TEBALDI, L. R. Ética na pesquisa com crianças: investimentos teóricos, reflexões e desafios em investigações na Educação Infantil. Diálogo Educacional, Curitiba, v. 23, n. 76, p. 18-46, jan./mar., 2023.
CERTEAU, M. A invenção do cotidiano: as artes do fazer. Petrópolis: Vozes, 2014.
CHICON, J. F.; SÁ, M. G. C. S.; MURACA, G. V. Vamos Brincar: caderno de fundamentos e atividades lúdicas inclusivas para crianças. Campos dos Goytacazes: Encontrografia Editora, 2023.
CORSARO, W. Sociologia da Infância. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
GALVÃO, E. R. Relações pedagógicas da Educação Física com crianças e adolescentes em tratamento oncológico. 2019. Dissertação (Mestrado em Educação Física) – Centro de Educação Física e Desportos, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2019.
LEITE, I. Sociologia da Infância: campo científico, passos e percalços. Educação, Porto Alegre, v. 46, n. 1, p. 1-14, jan-dez., 2023.
LINHARES, D. R. et al. Guia da brinquedoteca hospitalar. Poços de Caldas: Estância Projetos Editoriais, 2021.
LUPPI, S. et al. Setor de oncologia do Hospital Infantil de Vitória em novo espaço. Secretaria de Justiça, Vitória, 21 jan. 2020. Disponível em https://sejus.es.gov.br/Not%C3%ADcia/setor-de-oncologia-do-hospital-infantil-de- vitoria-em-novo-espaco. Acesso em: 12 jun. de 2024.
MARCHI, R. C. Pesquisa etnográfica com crianças: participação, voz e ética. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 43, n. 2, p. 727-746, abr./jun., 2018.
MATTOS, R. Os sentidos da integralidade: algumas reflexões sobre valores que merecem ser defendidos. In: MATTOS, R. A.; PINHEIRO, R. (orgs.). Os Sentidos da Integralidade na Atenção e no Cuidado à Saúde. Rio de Janeiro: IMS/Uerj, 2001. p. 11-15.
MAZZEI, V. R.; MELLO, A. S. Projeto imagens que me encantam: autoria e protagonismo de crianças em tratamento oncológico. Revista Teias, Rio de Janeiro, v. 24, n. 72, p. 3-19, jan./mar., 2023.
MELLO, A. S. et al. Projeto Brincar é o Melhor Remédio: Relações Pedagógicas Centradas nas Produções Culturais das Crianças. Revista Guará, Vitória, n. 12, p. 67-81, 2019.
MELLO, A. S. et al. O Brincar e a Criança em Tratamento Oncológico: Relações para além da Dimensão Terapêutica. LICERE – Revista do Programa de Pós- graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer, Belo Horizonte, v. 24, n. 2, p. 97-119, 2021.
MITRE, R. M. A. O Brincar no processo de humanização da produção de cuidados pediátricos. In: DESLANDES, S. F. (org.). Humanização dos cuidados em saúde: conceitos, dilemas e práticas. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2006. p. 283-300.
PEDROSA, M. I.; CARVALHO, A. M. A. Análise qualitativa de episódios de interação: uma reflexão sobre procedimentos e formas de uso. Psicologia: Reflexão e Crítica, Porto Alegre, v. 18, n. 3, p. 431-442, 2005.
POLETTO, J. E.; TOLOCKA, R. E. O brincar e as atividades motoras no tratamento de câncer infantil: revisão sistemática – parte II. In: ARANTES, L. C. (org.). Educação física e ciência do esporte. São Paulo: Bookerfield Editora, 2021. p. 35-52.
PROUT, A. Reconsiderando a nova sociologia da infância. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 40, n. 141, p. 729-750, 2010.
SÁ, A. C. S. et al. Diagnóstico do câncer infantojuvenil: o caminho a ser percorrido pelas famílias. Revista online de pesquisa Cuidado é Fundamental, Rio de Janeiro, v. 11, n. 5, p. 1180-1187, out./dez., 2019.
SANTA ROZA, E. Quando Brincar é Dizer. Rio de Janeiro: Contracapa, 1999.
SARMENTO, M. J. Gerações e alteridade: interrogações a partir da sociologiada infância. Educação & Sociedade, Campinas, v. 26, n. 91, p. 361-378, maio/ago., 2005.
SARMENTO, M. J. A sociologia da infância e a sociedade contemporânea: desafios conceituais e praxeológicos. In: ENS, R. T.; GARANHANI, M. C. (org.). Sociologia da infância e a formação de professores. Curitiba: Champagnat, 2013. p. 13-46.
SUS – Sistema Único de Saúde. Plano de Ação para a Estruturação do Serviço de Onco-Hematologia do Hinsg – Anexo HPM: Conforme Exigências Técnicas e Legais para a Assistência Integral à Criança e ao Adolescente com Câncer e Doenças Hematológicas. Vitória: Hospital Estadual Infantil Nossa Senhora da Glória, 2020.
TEIXEIRA, S. R. O. Brinquedoteca hospitalar na cidade de São Paulo: exigências legais e a realidade. 2018. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018.
TOLOCKA, R. E. et al. Brincar e crianças com câncer: que relação é esta?. LICERE – Revista do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer, Belo Horizonte, v. 22, p. 421-444, 2019.
TOMÁS, C. Para além de uma visão dominante sobre as crianças pequenas: gramáticas críticas na educação de infância. Humanidades & Inovação, Palmas, v. 4, p. 3-20, jan./abr., 2017.
TRINDADE, L. H.; BARBOSA, R. F. M.; MELLO, A. S. Desafios para o Trabalho Interdisciplinar com Crianças em Tratamento Oncológico: Experiências no Projeto Brincar é o Melhor Remédio. LICERE – Revista do Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Estudos do Lazer, Belo Horizonte, v. 25, n. 4, p. 83-105, 2022.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Tradução de José Cipolla Neto, Luís Silveira Menna Barreto e Solanche Castro Afeche. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
VIGOTSKI, L. S. Imaginação e criança na infância. Tradução de Zóia Prestes e Elizabeth Tunes. São Paulo: Expressão Poular, 2018.
VYGOTSKY, L. S. Problemas da defectologia. Tradução de Zóia Prestes e Elizabeth Tunes. São Paulo: Expressão Popular, 2021.
ZANDOMÍNEGUE, B. A. C.; ALVES, F. D.; ZANOTTO, L. Análise metodológica da participação e escuta das crianças nas pesquisas com/sobre elas. Linhas Críticas, Brasília, v. 29, p. 1-20, jan./dez., 2023.
ZANDOMÍNEGUE, B. A. C.; BARBOSA, R. F. M.; MELLO, A. S. Participação-escuta das crianças na Educação Infantil. Research, Society and Development, v. 9, n. 7, p. 1-25, 2020.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista de Estudos em Educação e Diversidade - REED

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Usted es libre de:
Compartir — copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato; Adaptar — remezclar, transformar y construir a partir del material para cualquier propósito, incluso comercialmente. Esta licencia es aceptable para Obras Culturales Libres. La licenciante no puede revocar estas libertades en tanto usted siga los términos de la licencia.
Bajo los siguientes términos:
Atribución — Usted debe dar crédito de manera adecuada, brindar un enlace a la licencia, e indicar si se han realizado cambios. Puede hacerlo en cualquier forma razonable, pero no de forma tal que sugiera que usted o su uso tienen el apoyo de la licenciante.
No hay restricciones adicionales — No puede aplicar términos legales ni medidas tecnológicas que restrinjan legalmente a otras a hacer cualquier uso permitido por la licencia.