[E] QUANDO A UNIVERSIDADE É O CAMPO [?]:NOTAS DE PESQUISA SOBRE INGRESSO E PERMANÊNCIA DE ESTUDANTES INDÍGENAS NA UNIVERSIDADE

  • Ana Cláudia Gomes de Souza

Resumo

A nova diversidade étnico-racial que passou a caracterizar, desde 2005, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) através do seu Programa de Ações Afirmativas e o ingresso de estudantes indígenas e quilombolas, levou-me a observar o espaço universitário para a compreensão de como esses novos sujeitos se apropriam desse espaço e protagonizam essa nova realidade. Desse modo, na pesquisa realizada envidei esforços para reconstituir a história da presença dos estudantes indígenas nesses dez anos de ações afirmativas da UFBA, a partir do levantamento de dados etnográficos produzidos na interação com os estudantes. No presente artigo apresento e problematizo algumas das questões que suscitei ao realizar o trabalho de campo, tomando como locus de investigação a universidade, o protagonismo dos universitários indígenas cotistas e a interação que desenvolvemos em campo.

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Publicado
2018-07-26
Como Citar
DE SOUZA, Ana Cláudia Gomes. [E] QUANDO A UNIVERSIDADE É O CAMPO [?]:NOTAS DE PESQUISA SOBRE INGRESSO E PERMANÊNCIA DE ESTUDANTES INDÍGENAS NA UNIVERSIDADE. Revista Binacional Brasil-Argentina: Diálogo entre as ciências, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 324-339, jul. 2018. ISSN 2316-1205. Disponível em: <http://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/4074>. Acesso em: 15 out. 2018. doi: https://doi.org/10.22481/rbba.v7i1.4074.
Seção
Dossiê Temático