Os corpos na dança de salão: a cocondução como pedagogia da escuta e política de alteridade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v17i1.19306

Palavras-chave:

Corpos na dança, Cocondução, Patriarcado, Prática como Pesquisa, Teoria Corpomídia, Pedagogia das artes cênicas

Resumo

Este texto investiga as problemáticas estruturais da dança de salão, questionando a noção tradicional de condução e sua interface com o patriarcado. Fundamentada na Prática como Pesquisa (Fernandes, 2014; 2018) no contexto da docência universitária, a investigação adota a A/r/tografia (Dias; Irwin, 2023) como abordagem artístico-pedagógica para integrar as identidades de artista, pesquisador e professor. O estudo busca desvelar como a dança a dois, apesar de flertar com pedagogias da emancipação, frequentemente perpetua hierarquias de gênero. Sob a lente da Teoria Corpomídia evidenciam-se a intersubjetividade e a troca mútua entre os corpos. Como alternativa, propõe-se o conceito de Cocondução, fundamentado na cooperação e na igualdade das diferenças de intenções, visando ressignificar corpos e corpas na dança de salão a partir da alteridade.

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Biografia do Autor

Jonas Karlos Feitoza, Universidade Federal de Sergipe

Artista/Professor/Pesquisador. Docente Adjunto do curso de Licenciatura em Dança da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Doutor em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas - PPGAC/USP-ECA e Mestre em Dança pelo Programa de Pós-Graduação em Dança - PPGD/UFBA. E-mail:jonaskarlos1@gmail.com

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Publicado

31.07.2026

Como Citar

FEITOZA, Jonas Karlos. Os corpos na dança de salão: a cocondução como pedagogia da escuta e política de alteridade. fólio - revista de letras, [S. l.], v. 17, n. 1, p. 110–124, 2026. DOI: 10.22481/folio.v17i1.19306. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/folio/article/view/19306. Acesso em: 6 ago. 2026.

Edição

Seção

DOSSIÊ: Arte, Literatura, Discurso - Narrativas em Alteridade