O CORPO LGBT PATOLOGIZADO: FRATURAS E DEGRADAÇÕES DO LUGAR DO SER EM UM CENÁRIO DE VIOLÊNCIAS

Autores

  • Ana Márcia Ruas de Aquino Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes)
  • Hugo Mari

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v9i1.3251

Resumo

Pretende-se, com este texto, questionar o cenário social, político, linguageiro, cultural e histórico, que deve demandar posicionamentos de resistência no que concerne ao preconceito sexual vigente, capaz de rotular, destruir psicologicamente e até mesmo ceifar a vida de outros seres humanos, por razões ligadas a uma racionalidade subjetiva que encontra anuência em um discurso heteronormativo, sexista e homofóbico, ao reproduzir crenças, valores e desejos hetrossexualizados, com corpos rotulados por metáforas estigmatizadoras, nas relações de poder que se reforçam numa sociedade que tem como norma o hétero, descartando o homossexual e praticando ações homofóbicas paroxistas. No intuito de definir-lhe os aspectos atuais mais constantes, busca descrever o cenário da patologização do não heteronormativo e delinear, no contexto da heteronormatividade, a LGBTfobia, com categorias naturalizadas e manipulação de símbolos a essas categorias semânticas como reflexo da cognição humana, pela capacidade humana de categorizar e reproduzir categorias produtoras de sentidos metafóricos sexistas.

 

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Biografia do Autor

Ana Márcia Ruas de Aquino, Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes)

Professora da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). Doutoranda em Linguística e Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (Puc-MG); mestre em Linguística e Língua Portuguesa pela Puc-MG. Bolsista da Fapemig.

 
 

Hugo Mari

Professor do Programa de Pós-graduação em Letras da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (Puc-MG).

 

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Publicado

2018-03-27

Edição

Seção

VERTENTES & INTERFACES II: Estudos Linguísticos e Aplicados