Mãe Stella de Oxóssi y la disputa por la memoria negra en Salvador

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22481/odeere.v11i1.18608

Palabras clave:

Racismo religioso, Mãe Stella, candomblé, Salvador, memoria negra

Resumen

Este artículo analiza las disputas en torno a la memoria negra en el espacio urbano de Salvador, Bahía, a partir del caso de Mãe Stella de Oxóssi, ialorixá de Ilê Axé Opô Afonjá y figura central del candomblé en Brasil, con una larga trayectoria en la defensa de las religiones de origen africano. La investigación examina los ataques simbólicos y materiales dirigidos a la escultura erigida en su honor, entendiendo los como expresiones de racismo religioso, y las tensiones que permean la presencia negra en la ciudad. Metodológicamente, el estudio se basa en el análisis documental, la etnografía urbana y la revisión bibliográfica, abordándose en la antropología de la ciudad, los estudios de la memoria y las relaciones étnico-raciales. Argumenta que la controversia en torno a la imagen de Mãe Stella revela disputas más amplias sobre qué narrativas, cuerpos y saberes se legitiman en el espacio público, destacando los límites de la patrimonialización y el reconocimiento institucional de las religiones de origen africano. El artículo contribuye al debate sobre la memoria negra, el racismo religioso y las políticas urbanas en el contexto brasileño.



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Biografía del autor/a

Debora Simões, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social/Universidade Federal do Rio de Janeiro/ Museu Nacional

Pós-doutoranda em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ, onde também concluiu o doutorado (2020). Mestra em História Social pela UERJ (2014). Especialista em Ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira pelo IFRJ. Graduada em  História pela UERJ (2011) e em Psicologia pela UCSal (2025).

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Publicado

2026-07-16

Cómo citar

SIMÕES, Debora. Mãe Stella de Oxóssi y la disputa por la memoria negra en Salvador. ODEERE: Revista Internacional de Relaciones Étnicas, Bahia, Brasil, v. 11, n. 1, p. 107–123, 2026. DOI: 10.22481/odeere.v11i1.18608. Disponível em: https://periodicos2.uesb.br/odeere/article/view/18608. Acesso em: 21 jul. 2026.