SEXUALIDADE, SEGURANÇA E DISCIPLINA: CORPO E DISCURSO FÍLMICO EM “REFORMATÓRIO DAS DEPRAVADAS” (1978), DE ODY FRAGA

Autores

  • Tyrone Coutinho Chaves Filho Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb)
  • Nilton Milanez Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs)

DOI:

https://doi.org/10.22481/folio.v11i2.5545

Palavras-chave:

Corpo; Sexualidade; Segurança; Discurso; Foucault.

Resumo

Nosso intuito, com esse artigo, é problematizar o corpo em meio às relações de poder/saber que o marca historicamente, produzindo um tipo específico de visibilidade para o sujeito, para o sexo e sexualidade. Dessa forma, partimos da materialidade fílmica de “Reformatório das depravadas”, um drama erótico dirigido em 1978 por Ody Fraga, para verificar, fílmico-discursivamente, como o corpo é atravessado por uma política disciplinar e de controle, no interior de um momento específico da história brasileira, que mobilizam e ventilam discursos acerca de um modelo ideal de sexualidade e políticas de vida. Este trabalho se insere nos estudos da Análise do Discurso de linha francesa, cuja principal contribuição são os postulados de Michel Foucault.     

Biografia do Autor

Tyrone Coutinho Chaves Filho, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb)

 Mestre em Linguística pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb).

Nilton Milanez, Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs)

Professor Pleno da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Doutor em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) campus de Araraquara. Pós-doutor (PDE/CNPq) em Discurso, Corpo e Cinema na Sorbonne Nouvelle, Paris 3.

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Publicado

2020-01-28

Como Citar

Chaves Filho, T. C., & Milanez, N. (2020). SEXUALIDADE, SEGURANÇA E DISCIPLINA: CORPO E DISCURSO FÍLMICO EM “REFORMATÓRIO DAS DEPRAVADAS” (1978), DE ODY FRAGA. fólio - Revista De Letras, 11(2). https://doi.org/10.22481/folio.v11i2.5545