La escuela en el banquillo: investigación documental y narrativas juveniles enfoque
DOI:
https://doi.org/10.22481/praxisedu.v17i46.6854Palabras clave:
Jóvenes, Investigación documental, Trayectoria escolarResumen
Este estudio propone discutir el lugar que ocupa la escuela en la vida de los jóvenes inscritos en las clases de Educación de Jóvenes y Adultos (EJA). Es un estudio de caso realizado en una escuela de la Rede Municipal de Cabedelo, Paraíba. El diario de clase y el archivo individual que hace referencia a los años 2017 y 2018, así como una entrevista semiestructurada, realizada con los estudiantes de los ciclos III y IV de EJA, respaldan el trabajo empírico. Algunos resultados indican que van a las clases de EJA, o están "obligados" a hacerlo, en vista de la retención y el abandono escolar promovidos por la escuela. Los datos del Ciclo III, Clases A y B, año 2017 y la Clase "Única", año 2018, que se refieren al rendimiento escolar, basados en el conocimiento de portugués, matemáticas, geografía, ciencias, historia, inglés y artes, señalan que, de los 112 estudiantes, el promedio es de 34 estudiantes aprobados. Y aquellos en el Ciclo IV, considerando el mismo conocimiento, muestran un promedio de 46.14 aprobados, de 79 estudiantes matriculados en los años 2017 y 2018. Conciliar la escuela y el trabajo, experimentar con clases heterogéneas y mostrar bajo rendimiento escolar son variables concretas que apuntan a La complejidad de estas historias escolares asimétricas, reactivadas por trayectorias discontinuas en Educación Básica. Fuentes documentales y narrativas juveniles muestran que el problema histórico de la retención y el abandono escolar es también el fracaso de la escuela, ya que contribuye específicamente a los procesos de exclusión social y desigualdad.
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